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Queremos mesmo saber o passado amoroso dos nossos actuais companheiros? No fundo, no fundo... queremos. É mais forte que nós, é uma curiosidade que se insinua pouco a pouco e que basicamente é só um desejo de superação camuflado. Porque o que quer que aquela alminha tenha sido ou feito, nós havemos de ser mais e melhores.
Agora... devemos ser agraciados com pormenores de todo um background sentimental do feliz eleito? Não. Não. Não. Nem pensar. Vade retro. Esconjuro. Nas palavras sábias de uma amiga minha... a ignorância é uma benção. Há coisas a evitar.
Pérola dixit :
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